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Archive for the ‘séries’ Category

Fringe

28/09/2009 - 15:57 1 comentário

Nunca vi ‘Arquivo X’, nem ‘CSI: Qualquer lugar’ ou ‘Alias’.
Arquivo X pois quando comecei a acompanhar de fatos séries já tinham várias temporadas, não sei nem se já não tinha acabado. Enfim 10 temporadas, é dose de ter animo de começar a ver.


Com CSI o problema é outro, não sei qual é o primeiro, “NY, MIAMI, LAS” (nem sei se existem esses todos ou outros). Também sei que uma pesquisa básica no google me levaria a algum blog pra download, fórum ou comunidade da série, mas que se dane, a preguiça, e falta de tempo, me impedem.

E Alias é bem por falta de interesse mesmo.


Mas porque hora bolas o título é Fringe e começo falando de outras séries, ou pior, falando que nunca as assistí. Pois bem, nunca vi mas já ouvi falar muito sobre tais séries, Alias nem tanto, e a impressão que tive ao ver Fringe é que tinha as informações técnicas de CSI com as diversas situações sinistras de Arquivo X. Adicionando a tudo isso o tom misterioso de LOST, até porque J.J. Abrams é um dos (ou ‘o’) criadores da série. Impressão essa comprovada ao ouvir alguns podcasts sobre Arquivo X aqui, ler algumas coisas sobre CSI ali,e por aí vai.


Mas porquê ver algo que poderia ser praticamente uma cópia da cópia? Comecei a ver basicamente por dois motivos. Primeiro foi por crédito de J.J. Abrams por conta de Lost, os mesmos 12 milhões gastos no episódio piloto de Lost e tudo mais. E segundo, a série estava começando, desta forma seria mais fácil acompanhar.


Diferença básica entre Fringe e Arquivo X é que Fringe é muito mais para o lado da ciência que para o lado do sinistro. Muitas vezes no início do episódio somos obrigados a pensar que a única explicação para o caso é extra terrestre, mas então nos apresentam uma explicação científica, crível ou não, que acaba deixando bastante distante de Arquivo X.


Já de CSI, Fringe difere exatamente por não se tratar apenas de cenas crimes, acidentes ou whatever. O episódio pode começar, e muitas das vezes começa, com alguma morte ou acidente sinistro, que deve, e é, analisado pelos personagens, mas segue daí por outros caminhos até o desenrolar.

Quanto a Alias, sei pouquíssima coisa sobre Alias, mas o que Fringe trás de Alias são fatores como a série ter uma protagonista principal e principalmente esta protagonista ser recrutada por uma agência secreta do governo, no caso de Fringe uma divisão do FBI, etc, etc.

Falando agora, e até que enfim, da série propriamente dita. Possui um núcleo de 3 personagens principais com papéis bem distintos e definidos e mais 4 personagens secundários mas não por isto sem importância para o desenrolar da série.

 

Ana Torv interpreta Olivia Dunham, a tal agente do FBI recrutada para a tal divisão secreta do mesmo. Peter Bishop é interpretado pelo ator Joshua Jackson que é basicamente um consultor especial de Olívia e obviamente da Frigne, até porque praticamente só ele consegue entender e controlar seu pai, o mega perturbado e carismático cientista Dr. Walter Bishop interpretado por John Noble, que ao menos pra mim que não conhecia muitos trabalhos dele, se revela na série um fantástico ator.

Olívia é a força, agilidade e Peter é a mente que desvenda charadas e pensa antes de agir, se Olívia é 95% transpiração, Peter é os 5% de inspiração. Mas e Walter? Walter é basicamente a resolução de todos os mistérios.


Durante metade da 1ª temporada praticamente todos os casos tinham a ver com suas pesquisas de tempos passados, antes de ser internado em um manicômio, quando trabalhava junto ao misterioso William Bell.


Já os personagens secundários ficam por conta de Phillip Broyles, interpretado por Lance Reddick, que é o obscuro (sem piadinhas engraçaralhas) diretor da divisão Fringe, Charlie Francis interpretado por Kirk Acevedo é o parceiro e amigo de Olívia desde tempos passados. Temos ainda Blair Brown interpretando a personagem Nina Sharp, que por vezes pinta como vilã manipuladora, e por vezes mocinha salvadora do dia. Por último e sim, menos importante temos ainda Astrid Fansworth interpretada por Jasika Nicole, que não passa de uma assistente inicialmente apenas de Olívia, e depois mais do núcleo de pesquisas do Dr. Walter. Astrid, na minha opinião é a personagem mais subestimada, tendo pouquíssima importância no desenvolvimento da série.


Gostei muito da primeira temporada principalmente até a metade, quando teve uma pausa. Ok, até então já estava virando clichê todos os mistérios fazerem parte das pesquisas antigas do Dr. Walter, mas este era um dos pontos mais interessantes até mesmo para ele explicar o porque das coisas. Até então ocorrera um bom desenvolvimento dos personagens, mistérios criados alguns revelados, outros cada vez mais obscuros e tudo o que uma série de J.J. Abrams deve ter. Na minha opinião a série teve uma caída na segunda metade da 1ª temporada, mas o final foi surpreendente e empolgador.


Empolgação que, confesso, não se manteve no 1º episódio da 2ª temporada. Longe de ser um episódio ruim, ou até mesmo mediano. Na verdade é bastante interessante, mas eu esperava mais para um primeiro episódio de temporada. Por exemplo, se não tivesse visto a 1ª temporada não sei se tal episódio teria me cativado para continuar assistindo a serie.


Ta aí a dica de uma série nova, porém promissora, ao menos na minha singela opinião.

Nunca viu mas ficou interessado? Não ficou interessado? Só falei m…?
Comenta aí e detona tua opinião.

Categorias:séries

Contadores

21/09/2009 - 14:14 Deixe um comentário

Este é um período abençoado para quem gosta e acompanha séries americanas.
Várias séries já iniciaram, ou estarão iniciando em alguns dias, novas temporadas.
É realmente complicado gerenciar todas, ou saber se o próximo episódio não foi adiado por algum motivo obscuro.

A primeira série que vi com contador, a primeira que vi não é igual a primeira que implementou, que isto fique claro, foi Fringe. Achei a idéia muito boa. Melhor ainda porque dava pra copiar e publicar em algum lugar.

Tive então a idéia de criar um post com o máximo de contadores possíveis. É bem verdade que o modo que estou começando, não é lá muito promissor.

Consegui até o momento os contadores de Fringe, Dexter e Lost. Sendo que o de Lost não é oficial.

Procurei pelos contadores de House, Heroes, Smallville e 24 Horas, mas nem todas as séries possuem contadores oficiais, ou as que possuíssem, House e 24 Horas, não estão disponíveis para serem adicionados em sites externos. Até tentei copiar e fazer algumas mudanças nos códigos porém não obtive sucesso.

Portanto assim que descobrir ou que me mandarem (duvido) novos contadores, vou adicionando neste mesmo post.

Eras isso.

Espero que seja útil.

Contadores disponíveis:
Fringe, Dexter, Lost

Fringe
Categorias:contadores, séries

Heroes – Nova Temporada (o que esperar?)

05/08/2009 - 13:51 1 comentário

Pra quem nunca viu ou ouviu falar sobre Heroes, segue um resumão.
Heroes nasceu como uma série bem despretensiosa, mas aos poucos foi ganhando público e corpo com sua 1ª temporada, na minha opinião a melhor da série até o momento, muito boa e bastante intrigante. Praticamente sem medalhões no elenco, sendo o mesmo constituído quase que unicamente por jovens revelações ou semidesconhecidos da maior parte do publico, Heroes realmente surpreendeu em sua 1ª temporada (com exceção do último episódio, é bem verdade).


A segunda temporada de Heroes, que foi muito aguardada, foi uma estrondosa desilusão. Um fracasso quase que completo. É bem verdade que não tem como saber se tal fracasso tenha tido como razão ou agravante a greve dos roteiristas, lembra?!
Pois bem. A série que além de temporadas tem a proposta de ser dividida por “volumes”, teve apenas 1 volume na 1ª temporada e teria 2 volumes na 2ª. O caso é que foi dito que tiveram de finalizar a 2ª rapidamente com apenas um volume, por conta da greve, e que a 3ª temporada seria fantástica, admitindo-se que a 2ª havia deixado a desejar, e muito.

Com diversas mortes, revelações e reviravoltas começa a 3ª temporada, e 3º volume, que após os capítulos iniciais parece que começa a ‘degringolar’. E permanece assim até o fim do 3 volume. Pausa na série, produtores e escritores prometendo melhorar, blá, blá, blá…
Começa então o 4º volume, com cara de 4ª temporada. quase ignorando os acontecimentos do 3º volume, o 4º volume parece que vai levantar vôo em todos os episódios, mas só consegue mesmo nos últimos. Pelo menos o gancho para a 4ª temporada, teoricamente com o 5º volume e sabe-se lá mais quantos, ficou, digamos, interessante.


Pois bem, indo ao que interessa, vi um trailer da 4ª temporada de Heroes, e parece resgatar alguns elementos da 1ª. Pelo menos no início da temporada esqueceram um pouco o vilão tão utilizado nas 3 primeiras temporadas, que apesar de trazer a maior revelação da série (Gabriel Gray – Sylar) acabou deixando o personagem um tanto quanto desgastado pelo uso exarcebado, e focaram em outro vilão. Sim, muito bom ator. Sim, revelação, porém de outra série. Ele mesmo Robert Knepper (Theodore “T-Bag” Bagwell – Prison Break).


 

Ok, ok, assim como quando o Sr. Spock pega o Cap. Kirk pelo pescoço, no novo Star Treck, vi o Sylar pronto pra fazer seu gesto de costume e arrancar-lhe o ‘tampão’ da cabeça (o que não deixaria de ser no mínimo engraçado), possivelmente será inevitável assistir Heroes sem ver no personagem de ‘Robert Knepper’ o nosso bom (ou nem tão bom assim, eheheh) T-Bag. Talvez será mais estranho vê-lo sem a prótese da mão amputada (em Prison Breack – 2ª temporada), mas isso é irrelevante.

Eu, pelo menos, espero coisas boas desta nova temporada de Heroes. Espero que busquem elementos da 1ª temporada, mas que não fiquem apenas se “re-visitando” e sim adicionando novos e bons elementos.
Que Heroes consiga se re-inventar e apagar, se possível, a mancha deixada por temporadas passadas.
Confere aí o tal trailer.
Não concordou comigo?
Então comenta aí!
(Piadinha engraçaralha: Se T-Bag com apenas uma mão já era o maior vilão de Prison Break, imagina com as duas mãos e ainda poderes?!)

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Dexter

05/06/2009 - 19:47 4 comentários

Siiiimmm, pra quem ainda não viu, não sabe o que está perdendo!

Dexter não é apenas mais uma séria da TV norte americana. Dexter chegou como quem não queria nada e impressionantemente superou todas as expectativas que a cercavam.
Mas por que a surpresa, essa não seria a idéia, fazer um grande sucesso e conquistar inúmeros fãs?


A questão é que Dexter é um serial killer, sim exatamente, Dexter Morgan (Michael C. Hall) é o protagonista da série e um assassino em série. A grande diferença, e com certeza a grande sacada dos criadores da série (ou do escritor do livro que originou a mesma, ” Darkly Dreaming Dexter, de Jeff Lindsay”), é que o nosso “adorável assassino” é um serial killer de serial killers. Isto mesmo, ele é praticamente um punisher. Só que mais realista.

A série tem muitos pontos fortes. Um deles está nos diálogos. Diálogos interessantes, quase sempre com duplo sentido e na maioria das vezes com uma dose nada contida de sarcasmo e muita ironia. O roteiro é também algo a ser destacado, por ser bem amarrado e deixar poucos (ou quase nenhum) furos. A trilha sonora é sinistra, divertida, empolgante, obscura, tudo a seu tempo, Perfeita. Assim como o formato, de séries fechadas, que vem em 12 episódios com aproximadamente 55minutos cada o que acaba permitindo que a série não fique enrolada e aconteça muita coisa em cada episódio.

Os produtores do canal ‘Showtime’ poderiam ter errado em muita coisa, menos no ator principal, aquele que daria alma a série, aquele que interpretaria um serial killer incapaz de ter qualquer tipo de sentimentos, mas os simularia para manter uma “máscara” a fim de não ser pego e assim continuar saciando sua sede de sangue. Michel C. Hall foi a escolha mais perfeita dos últimos tempos, as vezes frio, as vezes panaca, as vezes engraçado, as vezes obscuro mas sempre irônico e sarcástico consegue, como ninguém conseguiria, dar vida à Dexter Morgan.
O restante do elenco não fica pra trás. São ótimos atores dando vida a grandes personagens que complementam e tem papel fundamental durante toda a série.
Os “vilões”, como se não bastasse ter um serial killer como protagonista, são muito bons e obviamente tem ligações profunda com Dexter por todas as temporadas.
Dexter é dono de frases homéricas como:

– “Se eu tivesse um coração, ele estaria partido agora!”
– “Rita é perfeita porque, de uma certa forma, ela é tão danificada e problemática quanto eu.”
– “Rita vai ficar arrasada se eu for preso. Seu marido era um viciado e seu namorado é um serial killer. É difícil não levar pro lado pessoal.”
– “Eu nunca me importei muito com o conceito de inferno… Mas se ele existe, eu estou nele”
– “Nada como alguns biscoitos e um novo oponente à altura pra espairecer”
– “Posso matar um homem, desmembrar seu corpo e chegar em casa a tempo para ver o Letterman…Mas não sei o que dizer quando minha namorada está se sentindo insegura.”

Ainda assim é possível perceber uma “humanização” do personagem desde o primeiro episódio. Aliás, a evolução não só de todos os personagens, mas como dos relacionamentos e de toda a série em questão é muito interessante, de se impressionar.

Sem mais a declarar, sem detalhes sobre a história, sobre vilões, sobre temporadas, sobre personagens, sem nem mesmo spoilers, deixo a dica da inovadora série e reafirmo: Quem não viu literalmente não sabe está perdendo. E eu é que não vou contar. ;-P

 

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